Calçados de Segurança

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Os calçados de segurança são essenciais para garantir a proteção dos pés dos trabalhadores durante a jornada de trabalho. Cada calçado, tem uma funcionalidade diferente. Escolher o EPI adequado para cada tipo de risco é fundamental para assegurar a eficiência do produto.

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Sobre os calçados de segurança

Junto com o Capacete e as Luvas, os Calçados de Segurança estão na lista dos EPIs mais utilizados no mundo todo. Com a intenção de proteger os membros inferiores do trabalhador – pés, tornozelos e canelas, possuem uma ampla variedade de modelos e especificações.

Como você vê nesta página, a Prometal EPIs oferece cada um desses modelos para que você encontre aqui aquilo que realmente precisa. Mas para poder escolher entre uma ou outra opção, você precisa conhecer minimamente cada um de seus tipos.

A verdade é que por ser considerado EPI, os Calçados de Segurança são de uso obrigatório por parte do trabalhador, que deve receber o equipamento gratuitamente. Quem define isso é a NR 6, a Norma Regulamentadora responsável por tudo que se refere aos EPIs.

Os equipamentos deverão ser fornecidos nas seguintes circunstâncias:

  1. a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
  2. b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e, 
  3. c) para atender a situações de emergência. 

Se você deseja saber mais sobre os Calçados de Segurança, fique ligado que nesta página iremos mostrar tudo que você precisa saber para escolher o seu modelo. 

O que são os Calçados de Segurança?

Os Calçados de Segurança são Equipamentos de Proteção Individual determinados pela NR 6 para a proteção dos membros inferiores do trabalhador. Estão listados no Anexo I da Norma onde são divididos em subgrupos de acordo com a proteção que oferecem.

Veja abaixo: 

G – EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES

G.1 – Calçado

  1. a) calçado de segurança para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos;
  2. b) calçado de segurança para proteção dos pés contra choques elétricos;
  3. c) calçado de segurança para proteção dos pés contra agentes térmicos;
  4. d) calçado de segurança para proteção dos pés contra agentes cortantes e escoriantes;
  5. e) calçado de segurança para proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;
  6. f) calçado de segurança para proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos químicos.

No entanto, além dos riscos aos quais oferece proteção, existem outras especificidades que você precisa ficar atento para tomar uma boa decisão de compra. Isso porque existem diferentes modelos de Calçados de Segurança que oferecem proteções semelhantes ou que se diferenciam entre si.

Cada um destes modelos é recomendado para atividades, situações ou ambientes específicos que irá depender dos riscos existentes em cada momento. Vamos ver abaixo mais um pouco sobre os tipos de Calçados de Segurança existentes no mercado.

Tipos de Calçados de Segurança

Como existem muitos riscos presentes na rotina de um trabalhador, os fabricantes de EPIs precisam se organizar para criar soluções que abrangem cada um destes agentes. Por este motivo é que existem tantos modelos e tipos diferentes de EPIs.

Com os Calçados de Segurança não seria diferente! Existem no mínimo 5 tipos diferentes e, além disso, dentro de cada um destes tipos, existem outras especificações igualmente importantes de serem levadas em consideração.

Se você se sente um pouco por fora, fique tranquilo, pois nós vamos explicar! O importante é utilizar o tipo de calçado adequado para cada situação ou ambiente, com responsabilidade e cuidado. Dessa forma, o trabalhador poderá atuar em segurança e o empregador também poderá ficar tranquilo de estar agindo dentro da lei pela proteção de suas equipes.

Assim, podemos dividir os Calçados de Segurança em 5 diferentes tipos. São eles:

  1. Tênis de Segurança;
  2. Sapato de Segurança;
  3. Coturno de Segurança;
  4. Botina de Segurança;
  5. Bota de Segurança.

A melhor e mais simples maneira de diferenciá-los é observando a altura do cano. Veja abaixo:

  • O Tênis de Segurança é muito similar a um tênis esportivo comum. Possui o cano geralmente abaixo ou na altura do tornozelo. 
  • O Sapato de Segurança é aquele que lembra o famoso calçado “Crocs”, onde o cano é ainda mais baixo que o Tênis de Segurança. Um ótimo exemplo é o modelo Flip/Moov da BSB Bracol. 
  • Já o Coturno de Segurança é similar àqueles coturnos do exército – um calçado mais robusto e resistente. 
  • As Botinas de Segurança possuem o cano que pode ir da altura do tornozelo até o meio da canela.
  • E as Botas de Segurança, a altura do cano é do meio da canela para cima. Como por exemplo, as Botas Brancas de PVC. 

Para que o Equipamento de Proteção ofereça de fato a proteção desejada, é imprescindível que seja escolhido adequadamente. Do contrário, o trabalhador estará exposto ao risco e o empregador exposto ao risco de processo judiciais. 

Calçados de Segurança e os Riscos Ambientais

Como existem diversos modelos de Calçados de Segurança, existe também uma enorme variação dos riscos aos quais oferecem proteção. Isso irá depender do modelo do EPI, conforme vimos acima, e também dos materiais ou especificações do calçado em si.

Para isso, é importante saber que o Calçado, em geral, pode ser dividido entre:

  • Cabedal;
  • Entressola;
  • Solado.

O Cabedal é a parte superior do calçado, que oferece proteção para a parte de cima dos pés do trabalhador. Você irá encontrar cabedais produzidos em couro, raspa ou vaqueta, couro sintético ou até mesmo borracha.

Quando mencionamos a entressola, pensamos diretamente na absorção de impacto que ela deve suportar, já que é ela a responsável pelo conforto e pela sustentação do corpo do usuário. Assim, a entressola é geralmente fabricada em Poliuretano.

Já o solado, este deverá oferecer proteção contra escorregões, cortes, perfurações, abrasão, produtos químicos e substâncias tóxicas. Pode ser de monodensidade ou bidensidade, que irá proporcionar uma proteção ainda mais elevada. 

É muito importante se atentar ao material em que é feito no momento de compra pois dependendo disso, o calçado poderá oferecer proteção ou não contra algum risco específico. Veja abaixo alguns desses riscos e suas relações com os materiais de fabricação. 

Queda de Objetos

Quando há risco de quedas de objetos que podem cortar, amassar ou perfurar os pés do trabalhador, é recomendado a utilização de Calçados de Segurança com biqueiras de aço ou composite.

Você poderá optar por diferentes tipos de calçados de proteção, como:: Monodensidade ou bidensidade; Couro Vaqueta ou Raspa; Biqueira de aço ou composite; Elástico ou Cadarço; entre outros.

Riscos Elétricos 

Quando há a presença de choques elétricos, é imprescindível optar por calçados que não possuam componentes metálicos. Além disso, para que seja eficiente contra este risco, é fundamental que o EPI possua o laudo para uso eletricista. 

Além do mais, você poderá optar por modelos que sejam produzidos com: 

  • PU 
  • Monodensidade ou Bidensidade 
  • Couro Vaqueta ou Raspa ou couro sintético 
  • Biqueira de plástico (polipropileno) ou composite. 

Altas Temperaturas 

Para o trabalho realizado em altas temperaturas, é importante que o solado seja feito em Nitrila ou Borracha. Além disso, lembre-se do tempo de exposição a estas temperaturas: cada calçado possui um limite específico.  

Baixas Temperaturas

Assim como as altas temperaturas, as baixas também oferecem riscos à saúde do trabalhador. Dessa forma, a recomendação são os Calçados de Segurança produzidos em couro, microfibra ou PVC. A forração e palmilha poderão ser revertidas com tecidos de tratamento térmico. 

Hospitais e Laboratórios

Nestes ambientes o risco de contágio é enorme. Por este motivo, a recomendação são os calçados de segurança de fácil higienização, impermeáveis e que sejam resistentes a produtos químicos de baixa agressividade. 

Atividades com Umidade ou Água

Água ou umidade também oferecem riscos à saúde do trabalhador! Nestes casos, recomendamos os calçados desenvolvidos em PVC ou Borracha. 

Respingos de Óleos, Graxas e Produtos Químicos 

Atividades que envolvam Óleos, Graxas e Produtos Químicos, a recomendação são os Calçados que recebem tratamento de oleofugado e “Hidrofugado”.

Como escolher o Calçado de Segurança?

Para escolher o Calçado de Segurança ideal é preciso primeiramente realizar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA. Regulamentado pela NR 9, o PPRA compõe um conjunto de medidas preventivas que possuem o intuito de preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. 

Dessa forma, todas as ações do PPRA serão de responsabilidade do empregador e deverão ser desenvolvidas no âmbito de cada empresa. É somente através do PPRA que você poderá identificar qual o Calçado de Segurança ideal para determinadas atividades.

Isso porque o PPRA irá realizar uma avaliação dos riscos presentes nos ambientes onde irá identificar, avaliar e controlar cada um dos agentes. Os Técnicos de Segurança, Engenheiros de Segurança e Médicos do Trabalho são as pessoas legalmente habilitadas para a elaboração do PPRA.

Sabendo quais são os riscos, será possível elaborar as Medidas de Controle dos Riscos, que poderão ser aplicadas em três momentos: 

  • Na origem do contaminante (Fonte)
  • Ao longo do percurso entre a origem e o trabalhador (Ambiente)
  • No receptor (Trabalhador)

Os EPIs se enquadram nas Medidas de Controle aplicadas no Receptor do risco. Por este motivo, são considerados a última das medidas de segurança a serem tomadas. 

Hierarquia de Controle de Riscos

Para que as Medidas de Controle de Risco sejam tomadas, é preciso que elas sigam a Hierarquia de Controle. Essa hierarquia é uma ordem que precisa ser seguida para garantir a proteção adequada a todos em um ambiente de trabalho. 

Dentro da Hierarquia de Controle de Risco, existem as Medidas de:

  • Eliminação;
  • Substituição ou Minimização;
  • Engenharia;
  • Separação; e
  • Medidas Administrativas.

Veja um pouco sobre cada uma delas abaixo: 

  • Medidas de Eliminação (Fonte): Essa medida prevê a eliminação da condição perigosa que coloca em risco o trabalhador. Por exemplo, eliminar o manuseio manual de uma ferramenta perigosa por um manuseio mecânico.
  • Medidas de Substituição ou Minimização (Fonte): Substituir o agente de risco perigoso por outro menos agressivo ou, ainda, reduzir a energia do processo (através de força, amperagem, temperatura, etc.)
  • Medidas de Engenharia (Ambiente): Mudança na estrutura do local de trabalho do profissional, de modo a distanciar a condição perigosa dos trabalhadores. Por exemplo: implantação de sistemas de ventilação, enclausuramento, etc.
  • Medidas de Separação (Ambiente): Um exemplo para esta medida é a separação de ciclistas, pedestres e veículos nas vias públicas da cidade. Dessa forma, separa as energias evitando acidentes.
  • Medidas Administrativas (Ambiente e Trabalhador): Aqui entram os treinamentos e ensinamentos para a execução do trabalho. Também está inclusa a sinalização horizontal e vertical, os sinais de advertência e alarmes, além de permissões de acesso, etc.

Por último na Hierarquia de Controle mas nem por isso menos importante, vemos os EPIs!

  • EPI – Equipamento de Proteção Individual: Quando todas as medidas anteriores não forem suficientes para assegurar a saúde e segurança do trabalhador, é dever da empresa o fornecimento de equipamentos de proteção individual para o trabalhador que deve guardar, manusear e cuidar com atenção.

Calçados de Segurança? É na Prometal EPIs

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